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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os Caça Fantasmas


Um grupo de parapsicólogos desempregados decide se unir para formar os Caça Fantasmas. A grande missão deles é livrar Nova York de um ataque de fantasmas, monstros e outras criaturas do além. No elenco, atores como Bill Murray, Dan Aykroyd, Sigourney Weaver, Rick Moranis e Harold Ramis.


Você sabia?

  • Os personagens Peter Venkman, Winston Zeddmore e Louis Tully foram originalmente escritos para os atores John Belushi, Eddie Murphy e John Candy.
  • O roteiro original do filme, escrito apenas por Dan Aykroyd, iniciava já mostrando o carro voador dos Caça Fantasmas saindo da base do grupo. Foi o diretor Ivan Reitman quem sugeriu que seria melhor se o filme contasse como os Caça Fantasmas foram formados.
  • A princípio, a ideia era que o homem gigante de marshmallow aparecesse pela primeira vez saindo da água ao lado da Estátua da Liberdade, para mostrar ao espectador a diferença de tamanho dos dois. Mas isso acabou sendo deixado de lado por causa das dificuldades da tecnologia na época.
  • As vozes dos personagens Geléia e Zuul foram feitas pelo próprio diretor.
  • Antes da estréia de Os Caça Fantasmas, os cinemas americanos exibiram trailers com um número de telefone para o qual as pessoas podiam ligar à vontade e ouvir uma mensagem gravada por Bill Murray e Dan Aykroyd: “Hi. We’re out catching ghosts right now” (“Olá. Nós estamos fora capturando fantasmas neste momento”). Na época, este número de telefone recebeu uma média de mil telefonemas por hora, 24 horas por dia, durante seis semanas.

Lembrando que as informações são retiradas do livro Almanaque dos Anos 80 de Luiz André Alzer & Mariana Claudino, Editora Edouro 2004.

terça-feira, 1 de maio de 2012

TV Pirata


Tinha direção de Guel Arraes e foi exibido de março de 1988 a julho de 1990. O elenco da primeira fase do programa contava com: Cláudia Raia, cristina Pereira, Débora Bloch, Diogo Vilela, Guilherme Karam, Louise Cardoso, Luiz Fernando Guimarães, Marco Nanini (substituído um ano após a estréia por Pedro Paulo Rangel), Ney Latorraca e Regina Case. Em 1990, entraram mMaria Zilda e Denise Fraga, mas em julho o TV Pirata saiu do ar e ficou quase dois anos fora da programação. No time de redatores só havia craques: Luis Fernando Veríssimo, Bussunda, Cláudio Manoel, Hélio de La Pena, Marcelo Madureira, Pedro Cardoso, Mauro Rasi, Felipe Pinheiro, Patrícia Travassos, Vicente Pereira, Hubert, Reinaldo e Cláudio Paiva. O programa voltou em abril de 1992, com temas específicos para cada edição. O elenco anterior, juntaram-se Marisa Orth, Otávio Augusto e Antônio Calloni.  


Lembra Disso?
·         A paródia da novela Roda de Fogo ganhou nome de Fogo no Rabo. Reginaldo (Luiz Fernando Guimarães) era disputado por Penélope (Cláudia Raia), Dona Mariana (sua secretária, vivida por Regina Case) e a noiva Natália (Débora Bloch), que queria ter dois filhos: Cleverson Carlos e Danielle Aparecida. E toda vez que Reginaldo aparecia, tocava ao fundo a música Como uma deusa, de Rosana.

·         Barbosa (Ney Latorraca), pai de Natália (Débora Bloch), sempre repetia a última sílaba pronunciada pelos interlocutores. Tempos depois, o personagem ganhou um quadro próprio, o Barbosa nove e meia (que começava às 21:30 porque ele dormia cedo). Mais uma vez, o velhinho meio esclerosado só fazia repetir a última palavra dos entrevistados.
·         Um dos personagens mais populares de Guilherme Karam era Zeca Bordoada, o apresentador da TV Macho, paródia de TV Mulher. Ele fazia a barba com serra elétrica, recebia em seu programa estilistas que cuspiam no chão e dizia frases como “Macho que é macho não fala de tecido, só de pano”.
·         No Casal telejornal, Regina Case e Luiz Fernando Guimarães Interpretavam dois apresentadores que nunca estavam no estúdio, mas em lugares inimagináveis, como a cozinha da própria casa.
·         Em as presidiárias, Cláudia Raia era Tonhão, uma lésbica bem masculinizada, que usava meia-calça na cabeça e dava em cima das outras detentas. A atriz ganhou a personagem depois de pedir ao diretor Guel Arraes que ajudasse a acabar com a fama de símbolo sexual.


Lembrando que as informações são retiradas do livro Almanaque dos Anos 80 de Luiz André Alzer & Mariana Claudino, Editora Edouro 2004.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Biscoitos inesquecíveis anos 80


Vamos relembrar dos biscoitos nos anos 80 que a gente não parava de comer...  e ainda pode ajudar no Chevette Quiz.

Mirabel
Era um wafer pequeno e bem compacto, que se comia em duas mordidas. Vinha em pacotes com oito unidades e era o campeão dos recreios. Vendido nos sabores chocolate, morango, baunilha e limão, parou de ser fabricado nos anos 90. Quem não comeu, perdeu.

Recreio
Fabricado pela Tostines, era outro wafer pequeno e gostosinho. Mas teve a falta de sorte de existir na época do Mirabel...

Deditos
Palitinhos de biscoito cobertos por chocolate. Vinham numa bandeja marrom de plástico, em duas camadas de dez unidades cada uma, separadas por um papel bem fininho. A São Luiz é que fabricava.


Monstrinhos Creck
Para passar a ideia de que haviam sido provados antes de embalados, os biscoitos vinham com uma “mordida” dos monstrinhos. Eram vendidos em sacos com 200 gramas, a princípio em três sabores: chocolate, nata e coco (o morango foi lançado mais tarde).


Piraquê
O Presuntinho (embalagem branca com várias imagens do biscoito e de presunto), o Queijo (vermelha) e o Salgadinho (branca) faziam e ainda fazem sucesso. Foram dos poucos que atravessaram gerações. O Roladinho Goiaba, conhecido como Goiabinha, també, era um dos preferidos da garotada e é fabricado até hoje. E o mais importante: a Piraquê fez o favor de não mudar as embalagens.


Porcaritos
Era como as mães chamavam os biscoitos da Elma Chip’s, que a maioria das crianças adorava porque era impossível comer um só: Cheetos, Fandangos, Baconzitos, Cebilitos e Zambinos.


Skiny
O primo pobre do Fandangos. Mais barato, o biscoito da Mabel foi lançado em 1972, no sabor milho. Tanto o Fandangos quanto o Skiny tinham o formato de concha e a cor amarela, apesar de sabores bem diferentes. O skiny vinha num sacão transparente que enchia os olhos da garotada. Na década de 80, a Mabel lançou os de presunto e queijo para competir com o Fandangos. No fundo, o Skiny foi uma invenção e tanto: era prático e entupia a barriga.



Rosquinhas Mabel
Outra delícia da Mabel que fazia muito sucesso era a rosquinha de coco. Vinha num sacão que durava à beça. 

Lembrando que as informações são retiradas do livro Almanaque dos Anos 80 de Luiz André Alzer & Mariana Claudino, Editora Edouro 2004.

domingo, 15 de abril de 2012

Perdidos na Noite com Fausto Silva

Um dos programas que mais tinham a cara dos anso 80, o Perdidos na noite, de Fausto Silva, peregrinou por três canais, sempre nas noites de sábado. Começou em 1984, na TV Gazeta, em agosto do mesmo ano mudou para a Record, e em abril de 1986 estreou na Bandeirantres, em rede nacional. Nos tempos da Gazeta, o programa era gravado no Teatro Brigadeiro e ia ao ar dentro do 23ª hora, de Goulart Andrade (por sinal, diretor do programa até a época da Bandeirantes). Foi Goulart quem levou Faustão para a TV, depois de três anos de sucesso de escrachado Balancê, transmitido pela Rádio Excelsior, em São Paulo. A partir da Record, o Perdidos passou a ser gravado no teatro Zácaro, com absoluta liberdade da platéia, que se manifestava com faixas e frases divertidas. No palco, era uma bagunça só: Faustão de costas para a câmera, fio por todo canto, convidados entrando na hora errada, palavrões que iam ao ar...  a irreverência e a popularidade acabaram fazendo com que a Globo contratase Fausto Silva, em 1989. Na Bandeirantes, entre 1987  e 1988, ele ainda chegou a ter outro programa, Safenados e safadinhos, que ia ao ar nas noites de quarta-feira.

Você sabia?

  • Perdidos na noite se chamaria Barrados no baile. Mas, na época Eduardo Dusek, quis cobrar dez milhões de cruzeiros pelos direitos do título e ninguém topou.
  • As apresentações ao vivo no programa começaram com os Paralamas do Sucesso, que em 1984 chegaram carregando instrumentos e pediram para tocar, em vez de dublar a música. A moda pegou, mas um ano depois Alcione foi fazer um playback e os técnicos de som não acertavam a faixa do disco. Quando enfim botaram na música certa, a agulha deslizou pelo LP. Irritada, a cantora saiu do palco e nunca mais voltou ao programa.
  • Nelson Alexandre, o Tatá, e Carlos Roberto, o Escova, que faziam hilárias imitações, começaram com Fausto Silva nos tempos do rádio, mas só seguiram no Perdidos até a Bandeirantes. Já a produtora Lucimara Parisi, que trabalha com o apresentador também desde a época do Balance, foi com ele para a Globo cuidar do Domingão do Faustão.

Vídeo da abertura retirado da TV Mofo.

Lembrando que as informações são retiradas do livro Almanaque dos Anos 80 de Luiz André Alzer & Mariana Claudino, Editora Edouro 2004.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

E.T. O extra terrestre


Lançado no verão de 1982, o filme de Steven Spilberg é um dos clássicos da geração 80. A história, sobre um alienígena perdido na  Terra que recebe a ajuda de um garoto de 10 anos para fugir de agentes do serviço secreto americano e retornar ao seu planeta, faturou quatro Oscar: Trilha Sonora, Efeitos Especiais, Efeitos Sonoros e Som. E foi ainda indicado em outras cinco categorias: Filme, Diretor, Roteiro Original, Fotografia e Edição. É responsável por uma das cenas antológicas da telona, em que E.T. e seu amigo Elliot voam de bicicleta na frente da Lua. E.T. é um dos filmes mais bem-sucedidos da história do cinema: faturou, no ano de lançamento, setecentos milhões de dólares.



Você sabia?
  • Duas das crianças do filme, Érika Eleniak e Drew Barrymore, muitos anos depois chegaram a posar nuas para a Playboy americana.
  • No relançamento do filme, em 2002, Spielberg mexeu em 140 cenas e acrescentou cinco minutos no longa. Uma das novidades incluídas é quando o alienígena demosntra estar na maior curtição, coberto de água na banheira, para desespero de Elliot. A cena original foi realizada com um boneco hidráulico, que na hora não funcionou, fazendo com que toda a seqüência fosse banida na montagem de 1982.
  • Foram usados quarto E.T.s no filme. Um totalmente eletrônico, outro manipulado com fios invisíveis e um terceiro mesclando os dois recursos dos primeiros. O último era uma fantasia usada por dois atores anões, quando precisavam mostrar o E.T. andando.
  • Além dos anões, Spielberg contratou o ator Mattew de Merritt, nascido sem as pernas. O próprio Merritt criou o jeito de andar do E.T. bêbado de cerveja.


Lembrando que as informações são retiradas do livro Almanaque dos Anos 80 de Luiz André Alzer & Mariana Claudino, Editora Edouro 2004.